Sala do Suicídio (Sala Samobójców)

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Dominik (Jakub Gierszal) é um garoto comum. Ele tem um monte de amigos, pais ricos e dinheiro para gastar em roupas de marca. Mas um beijo inocente com um colega muda tudo. Ele sofre bullying e começa a isolar-se do mundo exterior, vivendo todo o seu tempo em seu computador. Ele conhece uma garota anônima que lhe apresenta a “sala suicida”, um lugar do qual não há escapatória. Pego em uma armadilha tecida por suas próprias emoções, Dominik torna-se enredado numa teia de intrigas e gradualmente perde o que ele mais aprecia.

Sala do Suicídio, dirigido por Jan Komasa, conta a história de Dominik, um garoto que, apesar de ter tudo o que quer (material), ainda não está satisfeito. Dizendo assim, parece até que ele é mimado! Mas, não é bem assim.

Começando pelo seus pais que não estão nem aí para ele, só querem saber de status e pronto. Além disso -spoiler- eles tentam manter o casamento, mesmo sabendo que ambos pularam a cerca.

Além do mais, por causa de um beijo que ele deu em um garoto -isso foi por causa de uma aposta- tudo mudou. Esse garoto fica provocando o Dominik, dando algumas indiretas de forma, digamos, sexual. Este acaba acreditando que terá alguma chance com esse garoto.

Todavia, a vida nem sempre está conosco. O garoto das insinuações acaba fazendo uma coisa X com o Dominik por causa de uma coisa Y (não vou contar porque começa os spoilers).

É por esses e outros motivos que Dominik acaba encontrando o Suicide Room e virando amigo da Sylwia (a “garota anônima”, que cita a sinopse).

É um filme MUITO angustiante, com certeza ninguém quer sentir o que Dominik sente, mas quem já sentiu (pelo menos um pouco) sabe como é extremamente ruim. Vi alguns comentários depois que terminei de assisti-lo e muitos deles diziam que o personagem principal é muito mimado e blá blá blá. É aquela história: cada um sabe da dor que tá sentindo. Para os que observam, a dor é passageira ou exagerada, mas para quem está sentindo, é o fim. Falando em fim, o que falar daquele final, ein? socorro! ainda não superei.

“Nós queremos passar pela morte de uma forma digna e sem dor.”

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆  ♥

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Closer: Perto Demais (closer)

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Closer é um filme dirigido por Mike Nichols que apresenta uma dramática/romântica história sobre amor à primeira vista, traições, sinceridade no relacionamento. O elenco é formado por um jornalista de obituários Dan (Jude Law), a Stripper Alice (Natalie Portman), a fotógrafa Anna (Julia Roberts) e o médico Larry (Clive Owen).

As partes mais surpreendentes do filme com certeza foram o início e o fim, que começa e termina com uma música do Damien Rice (The Blower’s Daughter). Claro que não foi apenas isso, mas se eu contar será spoiler, então… Já que citei a música do Damien, vou falar da trilha sonora que tem até música Br!

Os diálogos do filme são muito inteligentes e tão sinceros que chega a ser assustador! É uma verdade nua e crua que, por mais que saibamos, não queremos admitir.

Minha personagem favorita é a Alice que mesmo sendo mais nova é a mais sábia e realista, é ela que carrega os melhores diálogos e citações (inclusive anotei algumas no meu caderno), enquanto os mais velhos são mais dramáticos e têm medo da verdade.

Mesmo com um tom pessimista (sei que não agrada todo mundo) recomendo e muito, pois ele trás, de forma inteligente, uma realidade dos relacionamentos que muitas pessoas não conseguem enxergar (ou não querem?).

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ 

Histórias Cruzadas (The Help)

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Quero deixar bem claro que estou postando essa resenha dia 07/12, às 23:30, porém, como estamos no horário de verão, vai aparecer como se eu estivesse postando dia 08/12.

Opa, vamos começar a “maratona de férias” (não sabe do que estou falando? clique) com um filme que baixei faz vários meses, mas acabei esquecendo da existência dele no meu pc (nunca vou me perdoar por isso). Histórias Cruzadas (The Help) é uma adaptação do livro A Resposta (escrito por Kathryn Stockett), dirigido por Tate Taylor  que retrata, de forma explicita, a desigualdade racial.

Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

Apesar do filme ser mostrado nos anos 60, infelizmente ele não deixa de ser atual. Mesmo mostrando essa diferença com empregadas domésticas, sabe-se que também acontece com outros tipos de profissões.

Em vários momentos do filme fiquei com muito desgosto, raiva, com vontade de esmagar o pescoço de alguns personagens, em outros, quase me acabo de chorar com as histórias contadas pelas empregadas, porém, apesar desse drama todo, tem uma pitada de comédia.

Mesmo com a Emma Stone no elenco, quem roubou as cenas foram Viola Daviscom todo seu amor e força de vontade e Octavia Spencer, que trouxe o humor para o filme.

Retrato realista sobre sabermos que todos nós temos sonhos e pesadelos, mas, mesmo assim, ainda existem pessoas que se acham melhores que outras, seja por status ou cor.

Ps: Na minha opinião, os racistas deveriam comer aquela torta… (só assistindo ao filme para entender hahaha)

“Você é gentil. Você é inteligente. Você é importante.”

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

MARATONA DE FÉRIAS (apenas filmes)

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Hey, delicias! Tenho uma novidade para contar \o/ é o seguinte: eu percebi que esse ano eu não assisti muitos filmes, sendo que eu tinha planejado desde o final do ano passado (2014), mas não deu muito certo. Pensei comigo “já que agora estou de férias e ano que vem (2016), provavelmente, não terei muito tempo (já que é o terceirão e tem ENEM…), por que não fazer uma maratona de férias, exclusivamente de filmes porque é o que mais amo, não assisti muitos esse ano e é fácil assistir mais de um por dia, já que tem começo, meio e fim (diferente de uma série que tem várias temporadas, etc.?

Ah! e o blog não ficará desatualizado, não é mesmo? xD

A maratona vai ocorrer da seguinte forma:

  • a maratona começa no dia 07/12/2015 até o dia 31/12/2015 (vou fazer uma mudança no blog a partir do dia 01/01/2016, por isso vou até essa data)
  • todo dia postarei a resenha do filme que assisti aqui no blog.
  • todos os filmes que eu assistir vou deixar na lista que criei no filmow (clique)
  • qualquer sugestão de filme (de qualquer gênero) será bem-vinda.

PS: continuarei postando sobre livros/séries/música nesse período, porém o foco será apenas filme.

Enfim, espero que vocês gostem e eu consiga cumprir a maratona y.y

Beijos.

(500) Dias com Ela ((500) Days of Summer)

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Deixa eu confessar uma coisa: eu não tinha assistido a esse filme ainda. Sempre colocava para carregar, mas na hora de assistir, desistia. Preguiça ou não estava no clima do filme, talvez. Enfim, antes de tudo quero dizer que (500) Dias com Ela, dirigido por Marc Webb, entrou para minha lista de filmes favoritos, sim!

Quando Tom (Joseph Gordon-Levitt), azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer (Zooey Deschanel), ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. 

O que difere o longa de outros filmes do gênero é que ele consegue mostrar os lados bons e ruins de um relacionamento de forma realista, destacando que se você cria muita expectativa em um relacionamento ou na pessoa que você está comprometida, no final acaba tudo dando errado.

Por exemplo: A personagem da Zooey é uma mulher que só quer sexo/relacionamentos casual, divertida, independente, não acredita no amor. Já o do Joseph é sentimental, acredita no amor, está em busca da pessoa certa, etc. Quando eles começam a ter um caso, ela deixa bem claro “não quero nada sério” e ele concorda. Só que no decorrer da história, ele não consegue aceitar muito bem isso, mesmo sabendo o porquê que ela não quer ter algo muito sério. Em uma parte do filme, ele começa a falar para alguém o que estava acontecendo e tudo o mais, daí esse “alguém” pergunta “ela disse no inicio que não queria nada sério?”. A partir daí ele começa a perceber o que estava errado, ou melhor, QUEM estava. Mas, de ante mão, não conseguiu admitir.

O filme não tem uma sequência cronológica, em uma cena está com 245 com/sem ela, em outra está no primeiro dia que se conheceram, por exemplo. Aliás, as telas que apresentam a contagem dos dias do relacionamento de Summer e Tom mostram a situação do casal, ou seja, os dias em que tudo está bem, as cores são mais claras, e, quando os dias estão ruins, as cores ficam mais escuras. A trilha sonora é muito amor, só digo isso.

Sendo assim, pode parecer besteira, mas recomendo para quem tem uma visão mais realista do amor e relacionamentos, isto é, sabe que nem tudo são flores e se não está dando certo, bola para frente. Nada de ficar choramingando por aí e desistir de fazer várias gostas que gosta, etc. Não estou querendo dizer que uma pessoa romântica não vai gostar do filme, porém, o tapa na cara será maior, com certeza!

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

Lista: tão bom quanto a versão original

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Olá galerinha do barulho \ã/ faz um tempão que não posto nada sobre música no blog (vou me bater). Deixa eu confessar uma coisa pra vocês: EU SOU FASCINADA POR COVERS! sério, tipo MUITO! daí esses dias eu estava fuxicando meu pen drive (deixei ele jogado na minha gaveta e nunca mais usei (e estava com várias músicas) tadinho!) e vi uma pasta com o nome “tão bom quanto o original” peguei meu fone e passei a tarde toda ouvindo… Enfim, vamos para a lista.

1- No Surprises – Regina Spektor (Radiohead cover)

Confesso que sou bem chata quando se trata de algum cover do Radiohead, porque, na minha opinião, a única pessoa que consegue trazer toda a melancolia da música é o Yorke. Porém, a Spektor conseguiu me contrariar. Essa versão ficou simplesmente maravilhosa!

Ps.: é ela que canta o tema da abertura de Orange Is The New Black.

Esse video ficou muito fofinho.

2- Girls Just Want to Have Fun – Russian Red (Cyndi Lauper cover)

Quem ouve a versão mais animada, ou seja, a original, fica com vontade de sair dançando, mas nessa versão da Red é bom para relaxar em uma tarde fria/chuvosa, tomando um chocolate quente e pensando na vida (viajei agora heheehehehe)

3- You’re the One that I Want –The Lennings (Grease cover)

Essa versão apenas com voz e violão ❤ não sei o que dizer, apenas sentir.

4- I Kissed a Girl -William Fitzsimmons (Katy Perry cover)

Esse homem é incrível, adeus.

5- How Deep Is Your Love – The Bird and the Bee (Bee Gees cover)

Lá vem a famosa bad! hahahahaha

Então, gostaram dessa seleção? já conheciam? conhecem versões melhores? me contem \o/ quem sabe eu não faça uma parte 2? beijão.