Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead)

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Winchester. Shaun (Simon Pegg) trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed (Nick Frost), seu melhor amigo, e Pete (Peter Serafinowicz). Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz (Kate Ashfield), sua namorada, está cansada de lá. Além disto ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar com ele. Shaun, arrasado, se embebeda no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.

Todo Mundo Quase Morto, dirigido por Edgar Wright (mesmo diretor de Scott Pilgrim Contra o Mundo), lançado em 2004, é mais uma sátira sobre zumbis que consegue divertir sem muito esforço.

O filme consegue ser engraçado ser exagerar nas piadas ou usá-las de forma excessiva, além do mais o que traz as partes mais engraçadas são as situações, ou melhor, os gestos. Por exemplo -mini spoiler- tem uma cena de luta que, no fundo, toca uma música do Queen! Não só isso, ainda têm os cortes rápidos que acontecem em alguns momentos (se eu disser mais, será spoiler).

No começo os personagens principais, Shaun e Ed, são idiotas e infantis, mas quando eles percebem o que está acontecendo, transformam-se em completos patetas. A partir daí a diversão começa. Os efeitos visuais, a trilha sonora são muito bem trabalhadas (deu para perceber assim que eu citei o Queen, não é mesmo?).

Enfim, recomendadíssimo para quem quer passar o tempo e dar boas risadas.

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆  

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(500) Dias com Ela ((500) Days of Summer)

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Deixa eu confessar uma coisa: eu não tinha assistido a esse filme ainda. Sempre colocava para carregar, mas na hora de assistir, desistia. Preguiça ou não estava no clima do filme, talvez. Enfim, antes de tudo quero dizer que (500) Dias com Ela, dirigido por Marc Webb, entrou para minha lista de filmes favoritos, sim!

Quando Tom (Joseph Gordon-Levitt), azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer (Zooey Deschanel), ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. 

O que difere o longa de outros filmes do gênero é que ele consegue mostrar os lados bons e ruins de um relacionamento de forma realista, destacando que se você cria muita expectativa em um relacionamento ou na pessoa que você está comprometida, no final acaba tudo dando errado.

Por exemplo: A personagem da Zooey é uma mulher que só quer sexo/relacionamentos casual, divertida, independente, não acredita no amor. Já o do Joseph é sentimental, acredita no amor, está em busca da pessoa certa, etc. Quando eles começam a ter um caso, ela deixa bem claro “não quero nada sério” e ele concorda. Só que no decorrer da história, ele não consegue aceitar muito bem isso, mesmo sabendo o porquê que ela não quer ter algo muito sério. Em uma parte do filme, ele começa a falar para alguém o que estava acontecendo e tudo o mais, daí esse “alguém” pergunta “ela disse no inicio que não queria nada sério?”. A partir daí ele começa a perceber o que estava errado, ou melhor, QUEM estava. Mas, de ante mão, não conseguiu admitir.

O filme não tem uma sequência cronológica, em uma cena está com 245 com/sem ela, em outra está no primeiro dia que se conheceram, por exemplo. Aliás, as telas que apresentam a contagem dos dias do relacionamento de Summer e Tom mostram a situação do casal, ou seja, os dias em que tudo está bem, as cores são mais claras, e, quando os dias estão ruins, as cores ficam mais escuras. A trilha sonora é muito amor, só digo isso.

Sendo assim, pode parecer besteira, mas recomendo para quem tem uma visão mais realista do amor e relacionamentos, isto é, sabe que nem tudo são flores e se não está dando certo, bola para frente. Nada de ficar choramingando por aí e desistir de fazer várias gostas que gosta, etc. Não estou querendo dizer que uma pessoa romântica não vai gostar do filme, porém, o tapa na cara será maior, com certeza!

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

Lari assistiu: Clube dos Cinco

2bad46dc35f072f9d4b45f393ecaea63_jpg_290x478_upscale_q90Titulo Original: The Breakfast Club

Ano: 1985

Direção: John Hughes

Gênero: Drama, Comédia

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

Sinopse: Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.

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Lari acompanhou: Red Band Society

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Direção: Alfonso Gomez-Rejon

Nº de Temporadas: 1

Canal: Fox

Ano: 2014

Duração: 13 episódios; aproximadamente 42 minutos.

Gênero: Comédia dramática

Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

Sinopse: A história acompanha a vida de seis adolescentes com sérios problemas de saúde vivendo na ala infantil de um hospital. Leo Roth é um rapaz de dezesseis anos que sofre de câncer. Internado há um ano, ele se sente frustrado com seu tratamento. Leo divide o quarto com o mexicano Jordi Palacios, imigrante ilegal que foi para os EUA em busca de tratamento. Ele sofre de câncer e terá que passar por uma cirurgia. Jordi se apaixona por Emma Chota, jovem que sofre de anorexia. No grupo também estão Kara, uma líder de torcida que foi internada depois de desmaiar durante os treinos; e Dash Hosney, amigo de Leo que sofre de fibrose e está determinado a viver cada dia como se fosse o último. A história é narrada por Charlie, um garoto de doze anos que está em coma.

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As Batidas Perdidas do Coração – Bianca Briones

CAPA-BATIDAS-OFICIAL_thumbEditora: Verus
Ano: 2014
Nº de Páginas: 406
Gênero: New Adult, Romance, Drama
Avaliação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ 
Sinopse: Viviane acaba de perder o pai. Com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro.
Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. Jamais se aproximariam se a morte não os colocasse frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão, que poderá salvá-los ou condená-los para sempre.

As batidas perdidas do coração é uma história sobre perdas e como cada um lida com elas. É o encontro atormentado entre a dor e o amor. Com uma narrativa sexy, envolvente e repleta de música, este livro traz a última tentativa de duas pessoas arruinadas que, juntas, buscam desesperadamente se encontrar.

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